Foto: Divulgação / Globo
A discussão sobre a prorrogação da cota de importação para automóveis elétricos chegou ao fim sem enfrentamento jurídico. A Anfavea, que representa as montadoras instaladas no Brasil, optou por não recorrer ao Judiciário contra a decisão do governo.
O posicionamento da Anfavea sobre automóveis elétricos
O presidente da entidade, Igor Calvet, confirmou que as tratativas com o Executivo foram encerradas. Segundo ele, não há mais espaço para negociação adicional sobre o benefício fiscal.
A cota permite a entrada de veículos estrangeiros com tarifas reduzidas, fomentando a transição energética. Fabricantes nacionais temiam perda de competitividade diante do aumento das importações.
Impacto no setor de mobilidade tecnológica
Especialistas apontam que a estabilidade regulatória é essencial para atrair investimentos em pesquisa e desenvolvimento. O segmento de automóveis elétricos depende de previsibilidade para expandir a infraestrutura de recarga.
Com a definição do governo, as empresas devem readequar estratégias de produção local. A aposta agora recai sobre a inovação em baterias e integração com redes inteligentes.
- Manutenção da quota atual sem extensão;
- Evita litígio que poderia atrasar projetos;
- Foco em tecnologia nacional para eletrificação.
A decisão da Anfavea reflete amadurecimento institucional do setor automotivo brasileiro. O mercado observa com atenção os próximos passos das montadoras rumo à descarbonização.
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