Terça-feira, 14 de Julho de 2026  |  Guarda a retidão, e olha para o que é justo, porque o fim desse homem é a paz. (Salmo 37:37)
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Carros elétricos importados pagam 35% de imposto, mas há exceções

Carros elétricos importados voltam a ter taxa de 35% de importação, mas modelos desmontados têm cota zero. Entenda as mudanças e economize!

Foto: Divulgação / Ig.com.br

Novas regras para carros elétricos importados

A partir de 1º de julho, os carros elétricos importados já prontos para uso voltaram a ser taxados com uma alíquota de 35% de Imposto de Importação no Brasil. A medida revoga a isenção anterior e redefine o cenário de preços para modelos trazidos de fora.

Contudo, a equação não é uniforme para todos os veículos eletrificados. Existem exceções claras que beneficiam a cadeia de montagem local e a industrialização no país.

Quem paga e quem é isento

Modelos completos e prontos para circulação estão sujeitos ao tributo integral. Já veículos desmontados (CKD) e semidesmontados (SKD) conquistaram uma janela de cota temporária com imposto zero.

  • Carros elétricos importados prontos: 35% de imposto.
  • Conjuntos desmontados para montagem: alíquota zero por período limitado.
  • Híbridos seguem a mesma lógica de classificação.

Impacto no mercado e na tecnologia

A disparidade tributária incentiva fabricantes a instalarem linhas de produção nacional. Assim, a transferência de tecnologia em baterias e powertrain ganha fôlego no território brasileiro.

Especialistas apontam que o consumidor final pode sentir variação de preço imediata nos modelos importados completos. Por outro lado, a continuidade de peças isentas ajuda a manter empregos na cadeia de suprimentos local.

Carros elétricos importados e o futuro da mobilidade

O equilíbrio entre proteção industrial e acesso a tecnologias limpas será monitorado de perto. A política fiscal pode acelerar a adoção de veículos eletrificados com custo mais competitivo se houver investimento em CKD.

Acompanhar os próximos ajustes na Receita Federal será essencial para revendedores e compradores. A temporada de cota zero para desmontados ainda tem prazo definido em regulamento próprio.

Com a mudança, o Brasil sinaliza prioridade à produção interna sem fechar portas à inovação global. O setor aguarda novos anúncios sobre extensão ou redução dessas taxas.

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