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O código maia Códice de Grolier foi acusado de falsificação por décadas, até ser autenticado pelo INAH como o livro legível mais antigo das Américas, preservando o calendário de Vênus.
Destaques Rápidos
- Exibido pela primeira vez em 1971, no Grolier Club de Nova York
- Autenticado pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) após décadas de debate acadêmico
- Preserva o calendário de Vênus com registros astronômicos do século XIII
Contexto Histórico
O manuscrito surgiu em circunstâncias suspeitas na década de 1960, envolvendo colecionadores e mercados de arte pouco claros. A sua origem exata permaneceu envolta mistério por anos.
Exame Científico
Especialistas do INAH submeteram o código maia a análises de tinta, papel e carbono, concluindo que os materiais são consistentes com técnicas maias antigas. O documento data provavelmente do século XIII.
Significado do Código Maia
O texto principal foco no ciclo de Vênus, um dos registros mais precisos da astronomia mesoamericana. Essas observações eram cruciais para o calendário agrícola e religioso.
Além do calendário de Vênus, o código maia inclui informações sobre rituais e alinhamentos arquitetônicos. Esses dados enriquecem o entendimento da sociedade maia clássica.
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