Foto: Divulgação / Abril.com.br
A genética agrícola tornou-se o pilar fundamental para garantir a adaptação do setor agropecuário brasileiro frente às mudanças climáticas, conforme destacou a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, em entrevista recente.
Destaques Rápidos
- Embrapa coloca o melhoramento genético no centro da estratégia de resiliência climática.
- Desenvolvimento de cultivares mais resistentes à seca e ao estresse térmico acelerado.
- Integração entre biotecnologia e inovação para proteger a segurança alimentar.
O papel da genética agrícola na sustentabilidade
A presidente da Embrapa ressaltou que a ciência e a biotecnologia são indispensáveis para enfrentar eventos meteorológicos extremos. Com a busca por plantas mais tolerantes, o país pretende assegurar a produtividade nos campos sem ampliar o desmatamento.
A utilização de ferramentas avançadas de sequenciamento e edição gênica acelera a criação de sementes capazes de prosperar em solos com baixa umidade. Esse avanço representa uma revolução direta para o futuro do agronegócio nacional.
Inovações e investimentos em biotecnologia
Além do desenvolvimento de novas espécies vegetais, as pesquisas abrangem o manejo integrado e o uso de microrganismos para potencializar a absorção de nutrientes pelas plantas. Essa abordagem combinada reduz custos e minimiza impactos ambientais graves.
A expectativa é que esses avanços científicos fortaleçam a posição do Brasil no cenário global, tornando o país uma referência em agricultura sustentável e de baixa emissão de carbono.
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