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Uma equipe internacional revelou que o metano na Amazônia está sendo liberado em quantidades muito maiores do que cientistas imaginavam. As medições desafiam projeções de sistemas climáticos usados mundialmente.
O que mostrou a pesquisa
O Instituto Max Planck de Química liderou a coleta de dados durante dois meses. O período cobriu a transição entre a estação seca e a chuvosa na floresta.
Em pontos específicos, os níveis de gás ultrapassaram as previsões dos modelos terrestres. Isso indica uma falha na forma como simulamos o ciclo do metano.
Por que isso importa
O metano é muito mais potente que o CO2 no curto prazo. Seus picos aceleram o aquecimento global de forma rápida e perigosa.
Florestas tropicais eram vistas como sumidouros estáveis. Agora, a realidade mostra que podem ser fontes intensas em certas janelas sazonais.
Metodologia e alcance
Os pesquisadores usaram sensores avançados em torres e voos. A abrangência permitiu comparar áreas de terra firme e zonas alagadas.
- Coleta contínua por 60 dias
- Cobertura da virada seca-chuva
- Comparação direta com simulações
Esses dados devem alimentar novos modelos. O objetivo é reduzir incertezas sobre o papel da Amazônia no clima.
Próximos passos
Novas expedições estão planejadas para outras bacias. O foco será entender se o padrão se repete anualmente.
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